Entrei e vi um Anjo no balcão.
Maravilhado lhe disse:
-Santo Anjo do Senhor, o que vendes?
Respondeu-me:
- Todos os dons de Deus.
-Custa muito?
- Não. Tudo é de graça.
Contemplei a loja e vi: jarros e vidros de fé,pacotes de
esperança, caixinhas de salvação e sabedoria.
Tomei coragem e pedi:
- Por favor, quero muito amor de Deus,todo perdão de Deus,vidros de fé,felicidade,salvação eterna para mim e para minha família.
O Anjo do Senhor preparou um pequeno embrulho que
cabia na minha mão.
- É possível tudo aqui?
O Anjo respondeu-me sorrindo:
- Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos,
apenas sementes...
(Autor desconhecido
6 de set. de 2010
A loja De Deus
As Caixas De Deus
Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar.
Ele disse: "Coloque todas as suas tristezas na preta, e todas as suas alegrias na dourada".
Eu atendi Suas palavras, e nas duas caixas tanto minhas alegrias quanto minhas tristezas guardei.
Mas, embora a dourada ficasse cada dia mais pesada, a preta era tão leve quanto antes.
Curioso, abri a preta, eu queria descobrir porque ainda continuava como antes, e vi na base da caixa, um buraco pelo qual minhas tristezas saiam.
Mostrei o buraco a Deus, e pensei alto, "Gostaria de saber onde minhas tristezas podem estar"
Ele sorriu gentilmente para mim.
"Meu filho, elas estão aqui comigo"
Perguntei: "Deus, porque dar-me as caixas, porque a dourada e a preta com o buraco?"
"Meu filho, a dourada é para você contar suas bênçãos, a preta é para você deixar ir embora".
Autor Desconhecido
Copo de Leite
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de
porta em porta para pagar seus estudos,
viu que só lhe restava uma simples moeda de
dez centavos e tinha fome.
Decidiu que pediria comida na próxima casa.
Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora
mulher jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida,
pediu um copo de água.
Ela achou que o jovem parecia faminto e assim lhe
deu um grande copo de leite. Ele bebeu
devagar e depois lhe perguntou:
Quanto lhe devo?
Não me deves nada -respondeu ela. E continuou:
Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar
pagamento por uma oferta caridosa.
Ele disse:
Pois te agradeço de todo coração.
Quando Howard Kelly saiu daquela casa,
não só se sentiu
mais forte fisicamente, mas também sua
fé em Deus ficou mais forte.
Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.
Anos depois, essa jovem mulher ficou
gravemente doente.
Os médicos locais estavam confusos.
Finalmente a enviaram à cidade grande,
onde chamaram um especialista para estudar
sua rara enfermidade.
Chamaram o Dr.Howard Kelly.
Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera,
uma estranha luz encheu seus olhos.
Imediatamente, vestido com a sua bata de médico,
foi ver a paciente.
Reconheceu imediatamente aquela mulher e
determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.
Passou a dedicar atenção especial aquela paciente.
Depois de uma demorada luta pela vida da enferma,
ganhou a batalha.
O Dr. Kelly pediu a administração do hospital
que lhe enviasse a fatura total dos gastos.
Ele conferiu, depois escreveu algo e mandou
entrega-la no quarto da paciente.
Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que
levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos.
Finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou a atenção,
pois estava escrito o seguinte:
Totalmente pago há muitos anos com um
copo de leite
(assinado). Dr. Howard Kelly.
Lágrimas de alegria correram de seus olhos e
seu coração feliz orou assim:
Graças meu Deus porque teu amor se manifestou
nas mãos e nos corações humanos.
Autor desconhecido
A Roseirinha Torta
Era uma vez um homem que possuía um grande jardim, onde foram cultivadas as mais variadas flores. Perto desse jardim morava um menino que amava muito as plantas. Muitas vezes ele abandonava os brinquedos e encostava o rosto na cerca para olhar o jardim e admirar o colorido das flores. O garoto também tinha o seu canteirinho na frente da casa. Possuía uma pá, um regador mas não tinha ainda nenhuma muda de flor para plantar.
O dono desse grande jardim é muito estranho - pensou o menino. Ele não tem o menor cuidado com as suas plantas. Não limpa os canteiros, não afofa a terra e nem a rega com freqüência.
Um dia, quando o homem visitava o seu jardim, parou em frente a uma pequena roseira torta com apenas umas poucas folhinhas verdes. Chamando o empregado, disse-lhe:
- Arranque esta roseirinha. Ela nunca produzirá flores. Atire-a para fora da cerca.
E o empregado fez exatamente como ele mandou. Naquele dia, quando o garoto voltava da escola, viu a roseirinha arrancada na beira da cerca e monologou:
- Pobre roseirinha! Como ele teve coragem de arrancá-la... Aí onde a jogaram, você nunca dará rosas. Vou colocá-la no meu canteiro e cuidar de você.
Chegando em casa, trocou a roupa e, juntando a pá e o regador com água, cavou bem no centro do seu canteirinho, revirou a terra e ali depositou a roseirinha torta, deixando-a na melhor posição possível. Não se descuidou da planta. O calor do sol a aquecia, ele a regava e algumas vezes a chuva a refrescava. Um dia, ele reparou que nela surgia um botãozinho verde. A mãe lhe explicou que dali certamente sairia uma bonita rosa. De fato, na semana seguinte ele olhou da janela e, radiante, chamou sua mãe. Nem podia esperar se vestir... Desabrochava uma linda rosa branca da roseirinha torta.
Cada pessoa que por ali passava, naquele dia, parava para admirar a pequena roseira com a sua única rosa branca. À tardinha, o garoto ouviu uma voz do outro lado da cerca. Era o dono do grande jardim que dizia:
- Que rosa lindíssima tem aí no seu canteirinho, meu filho. É mais rara e mais bonita do que qualquer uma das minhas. Como foi que você a conseguiu?
- O senhor não se lembra daquela roseirinha torta que mandou arrancar e jogar fora? Pois é ela. Eu a apanhei murcha, ressecada e a plantei. Colaborei com o Pai do céu no cuidado com a planta e ela cresceu e produziu já esta bonita rosa - respondeu o menino.
O dono do grande jardim compreendeu a lição e saiu repetindo para si mesmo a expressão do menino:
- Colaborei com o Pai do céu no cuidado com a planta e ela cresceu...
Autor Desconhecido
A Força do Amor
Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.
Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente.
No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.
Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.
Só que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: "Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças". Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
"Eu quero cantar pra ela", ele dizia. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.
A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu:
"Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!" Ela levou Michael até a incubadora.
Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..." Nesse momento, o bebê pareceu reagir.
A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. "Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora...
" Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada.
"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor, não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Woman's Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão". Os médicos chamaram simplesmente de milagre.
Karen chamou de milagre do amor de Deus.
NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA.
O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.
Blog coisas do Coração
Inocência...
Uma menininha, diariamente,
vai e volta andando até a escola.
Apesar do mau tempo daquela manhã
e de nuvens estarem se formando,
ela fez seu caminho diário.
Com o passar do tempo,
os ventos aumentaram e
junto os raios e trovões.
A mãe pensou que sua filhinha
poderia ter muito medo no caminho de volta
pois ela mesma estava assustada
com os raios e trovões.
Preocupada, a mãe rapidamente entrou
em seu carroe dirigiu pelo
caminho em direção à escola.
Logo ela avistou sua filhinha andando,
mas, a cada relâmpago, a criança
parava, olhava para cima e Sorria !!!.
Outro e outro trovão e, após cada um,
ela parava, olhava para cima e Sorria !!!
Finalmente, a menininha entrou no carro
e a mãe curiosa foi logo perguntando:
- "O que você estava fazendo?"
A garotinha respondeu:
-"Sorrindo! Deus não pára de tirar
fotos minhas!!"
Deixemos que toda inocência floresça
em nossos corações
para podermos ver a bela
e real felicidade que está nos momentos de simplicidade...
O Espelho
Era uma vez, um homem que só via e realçava o mal em tudo o que fazia. Um dia ele morreu e "partiu dessa para uma melhor". Só que do lado de lá havia um companheiro que não largava do seu pé, e o acompanhava o tempo todo. Era um verdadeiro "mala": egoísta, pessimista, mal-humorado, critiqueiro, mal-agradecido, e que só sentia-se bem quando estava mal.
O homem, não o suportando mais, foi a um anjo e implorou: "Por favor, livra-me da companhia daquele sujeito, eu já não agüento mais..."
O anjo, entre admirado e compadecido, respondeu:
"Mas não há nenhum companheiro. Aqui só existe um sistema de espelhismo, que faz com que cada um veja e conviva com o que formou de si mesmo. Depende somente de você libertar-se dele."
O MENINO E O CÃO
Um menino entra na loja de animais e
pergunta o preço dos filhotes à venda.
- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas, eu só tenho 3 dólares...
- Poderia ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady,
a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo,
seguida de cinco bolinhas de pêlo.
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás,
com dificuldade, mancando de forma visível.
O menino apontou aquele cachorrinho
e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário
tinha examinado e descoberto que ele tinha
um problema na junta do quadril,
mancaria e andaria devagar para sempre.
O menino se animou e disse com enorme
alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
- Não, você não vai querer comprar esse.
Se quiser realmente ficar com ele,
eu lhe dou de presente.
O menino emudeceu e, com os olhos marejados
de lágrimas, olhou firme para o dono
da loja e falou:
- Eu não quero que você o dê para mim
Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer
um dos outros e eu vou pagar tudo.
Na verdade, eu lhe dou 3 dólares agora e
50 centavos por mês, até completar
o preço total.
Surpreso, o dono da loja contestou:
- Você não pode querer realmente comprar
este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr,
pular e brincar com você e com os
outros cachorrinhos.
O menino ficou muito sério, acocorou-se
e levantou lentamente a perna esquerda
da calça, deixando à mostra a prótese
que usava para andar.
Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- Veja, não tenho uma perna... Eu não corro
muito bem e o cachorrinho vai precisar
de alguém que entenda isso.
Às vezes, desprezamos as pessoas
com que convivemos todos os dias, por causa
dos seus, "efeitos", quando na verdade
somos tão iguais ou pior do que elas.
Desconsideramos que essas mesmas pessoas
precisam apenas de alguém que as compreendam
e as amem, não pelo que elas poderiam fazer,
mas pelo que realmente são.
(Autor Desconhecido)
A Missão
Era uma vez o jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada..
* Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada à cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte.
E não pensava sequer em falhar.
Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa.
Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria.
Assim, exigia o máximo do animal.
Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
* Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal, disse alguém.
* Não me importo, respondeu ele. Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não
suportando mais os maus-tratos, caiu morto na estrada.
O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras.
Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento.
Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei:
"Cuida do mais importante!"
Seu passo se tornou curto e lento.
As paradas, freqüentes e longas.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota.
Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada, onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele. Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
* Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais
importante", aqui estão as pedras que me confiaste.
Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado.
Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
"Ao meu irmão, rei da terra do Norte!
O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha.
Esta jornada é uma prova.
Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo.
Recomendei que cuidasse do mais importante.
Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo.
Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada.
Se porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".
Comparo esta história com o homem que segue sua jornada, tão preocupado com seu exterior, isto é, seu corpo, que guarda como se fosse ouro, esquecendo de alimentar sua alma e espírito com o amor e com a Palavra de Deus.
Certamente não cumprirá a missão, já que não sabe guardar o que é mais importante!
Autor: Desconhecido
Além das Aparências
Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antonio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava
atravessar para a outra pista.
Naquela hora, a vontade de Antônio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou:
- Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim...
Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino.
Pensando assim, foi diminuindo a marcha e o deixou passar.
Chegando em casa, Antônio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital.
Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo:
- Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho.
Ele já está fora de perigo.
Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecê-lo.
Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!
"Procure ver as pessoas além das aparências".
Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.
Pense nisso!
Autor Desconhecido
A Mulher e o Gênio
Havia uma mulher corcunda magoada com o mundo, que vivia magoada com seu terrível calombo nas costas.
A mulher andava curvada, rastreando os cantos com seus olhos tristes, mal humorada, até que um dia encontrou um objeto mágico onde há séculos vivia um gênio, que se materializou na sua frente oferecendo-lhe quatros pedidos por sua libertação.
A mulher fez o primeiro:
- Eu queria ter uma casa mais bonita do que a chata da Dona Maria, aquela mulher fofoqueira....
Zás!!! Apareceu-lhe uma casa maravilhosa.
Veio o segundo pedido.
- Eu queria ter um carro muito mais bonito, possante e moderno do que o infeliz do Seu Zé.
Zás!!!! Surgiu em sua frente um carro sensacional.
Assim fez o terceiro pedido:
- Eu queria ter mais jóias do que a Dona Joana, aquela intragável.
Zás!!! Apareceram-lhe jóias maravilhosas.
Foi a vez do quarto e último pedido:
- Agora, gênio, eu quero que você realize meu último pedido: Que suma aquilo que trás as amarguras da minha vida, meu desgosto, meu maior defeito...
E Zás!!!!... de novo.
Sumiu-lhe a língua....
Autor Desconhecido
A Pintura
Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pelas artes.
Tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso até Rafael. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte.
Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra.
Foi muito valente mas morreu na batalha, quando resgatava outro soldado.
O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.
Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta...
Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao pai:
"O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu vida, ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente.
Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes.
O rapaz estendeu os braços para entregar a tela:
- "Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto"...
O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado.
Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura.
O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas.
Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura.
- "Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim!
Essa pintura é um presente"...
O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.
O homem morreu alguns meses mais tarde e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.
Em exposição estava o retrato do filho.
O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão:
"Começaremos o leilão com o retrato "O FILHO". Quem oferece o primeiro lance?
Quanto oferecem por este quadro?"
Um grande silêncio... Então um grito do fundo da sala:
"Queremos ver as pinturas famosas!!!,Esqueça-se desta!!!!"
O leiloeiro insistiu... "Alguém oferece algo por essa pintura?? R$100? R$200?"...
Mais uma vez outra voz: "Não viemos por esta pintura, viemos por Van Gogh, Picasso,... Vamos às ofertas de verdade"...
Mesmo assim o leiloeiro continuou... "Quem leva O FILHO?"
Finalmente, uma voz: "Eu dou R$10 pela pintura"...
Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.
Temos R$10! Quem dá R$20?" gritou o leiloeiro.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para sua coleção.
Então o leiloeiro bateu o martelo, "dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por R$10!!!"
"Agora, vamos começar com a coleção!" gritou um.
O leiloeiro soltou seu martelo e disse: "Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final".
"Mas, e as pinturas?" perguntaram os interessados.
"Eu sinto muito", disse o leiloeiro, "quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono.
Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento.
Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses, inclusive as famosas pinturas.
O homem que comprou O FILHO fica com tudo!..."
Reflexão: Deus entregou seu único e amado filho, para morrer por nós numa cruz há 2000 anos atrás.
Assim, como o leiloeiro, a mensagem hoje é: "Quem ama o Filho tem tudo com o Pai, e herdará suas riquezas.
Deus não mente.
Ele é perfeito.
Sua palavra nos deixa os ensinamentos e as promessas para quem O ama".
Compartilhe essa mensagem, com um amigo, alguém que goste muito. Sua vida não é uma coincidência, é o reflexo do amor de Deus por ti...
Autor Desconhecido
http://eumorenaapaixonada.blogspot.com/Blog coisas do Coração
Círculo do Amor
Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda.
Assim parou seu carro e se aproximou.
O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele
estampava na face, ela ficou preocupada.
Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora.
Ele iria aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto.
Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse: - "Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho?
A propósito, meu nome é Bryan".
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro.
Logo ele já estava trocando o pneu.
Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Bryan apenas sorriu enquanto se levantava.
Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela.
Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Bryan não pensava em dinheiro.
Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:
- "Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".
E acrescentou: "... e pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa,
desaparecendo no crepúsculo.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante.
Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo.
A cena inteira era estranha para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar.
A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude.
A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.
Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a
garçonete voltou.
A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.
Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:
"Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir.
Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no
dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto?
Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:
"Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".
Autor Desconhecido
Era uma vez
Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos de sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximou-se timidamente chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse: _Esse aqui. _Quer que embrulhe pra presente? Perguntou a garota, sorrindo ainda mais. Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse: _É para mim mesmo, mas gostaria que você embrulhasse. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem ao menos abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito a chamá-la para sair. Um dia ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com o seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo. No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:
_Então, você não sabe? Ele faleceu esta manhã.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria. Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e esperança de conhecer o rapaz. Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga já, amanhã pode ser muito tarde. Essa mensagem foi escrita para fazer as pessoas refletirem e assim, pouco a pouco, tentar mudar o mundo. E também para dizer que você é muito especial. Aproveite e fale, escreva, telefone e diga ainda o que não foi dito. Não deixe para amanhã. Quem sabe não dê mais tempo...
(Autor desconhecido)
Haja o que houver
Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:
Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.
Houve nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes nesta época.
Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola.
Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé...
Tomado de uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida). Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado.
Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição.
A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.
Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha.
O portão (que não mais existia);
Corredor ...
Olhava as paredes, aquele rostinho confiante.
Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar.
Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto.
Portão...
Corredor...
Virou a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala.
Nada!
Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe.
Olhava tudo desolado.
E continuava a ouvir sua promessa.
Haja o que houver, eu sempre estarei com você.
E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
Vá para casa.
Ao que ele retrucava:
Você vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida.
Haviam outros locais com mais esperança.
Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era :
Você vai me ajudar ?
Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...
Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo ?
Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios.
Ele retrucava :
Você vai me ajudar?
Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça.
Você vai me ajudar?
Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24, 30 horas.
Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
Pai ...estou aqui!
Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
Você esta bem?
Estou. Mas com sede , fome e muito medo.
Tem mais alguém com você?
Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares.
Estamos todos bem. Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.
Pai , eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar.
Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora ...Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver...
Você estará me esperando!
(Esta história é verídica)
É bom sabermos também que haja o que houver DEUS sempre está ao nosso lado.
Pense nisso da próxima vez que você desanimar, por algum motivo...
Autor Desconhecido
O Tijolo...
Um jovem e bem sucedido executivo dirigia por sua vizinhança, correndo um
pouco demais na sua nova Ferrari.
De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral da Ferrari!
Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.
Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança empurrando-a contra um
veículo estacionado e gritou:
- Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo?
Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar
muito dinheiro. Por que você fez isto?
- Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer!
Implorou o pequeno menino.
- Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos
carros estacionados.
- É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não
consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele
está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo
"um nó imenso" dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de
rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
- Obrigado e que Deus possa abençoá-lo - a grata criança disse a ele.
O homem então viu o menino se distanciar... empurrando o irmão em direção à casa.
Foi um longo caminho de volta para a Ferrari... um longo e lento caminho de volta.
Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção...
Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações.
Algumas vezes, quando nós não temos tempo de ouvir,
Ele tem de jogar um tijolo em nós.
"O Menino e as Flores"
"Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:
- Oh, me desculpe por favor", foi a minha reação.
E ele disse:
- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!
Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu.
Então, nos despedimos e cada um foi pro seu lado."
Mas em nossa casa, acontecem histórias diferentes.
Como nós tratamos aqueles que amamos...
"Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo a janta
e meu filho parou do meu lado tão em silêncio que eu nem percebi.
Quando eu me virei, Eu lhe dei uma bronca.
"Saia do meu caminho garoto!"
E eu disse aquilo com certa braveza.
E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido..
Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma
e doce de Deus me dizendo:
"Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou!
Mas com seu filho, a criança que você ama,
você nem sequer se preocupou com isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta..
Aquelas são flores que ele trouxe pra você. Ele mesmo as pegou, a
cor-de-rosa, a amarela e a azul. Ele ficou quietinho para não
estragar a surpresa, e você nem viu as lágrimas nos olhos dele".
Nesse momento, eu me senti muito pequena e agora, o meu coração era
quem derramava lágrimas.
Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
"Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou pra mim?"
Ele sorriu, "Eu as encontrei embaixo da árvore.
Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!.
Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul"
Eu disse, "filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje.
Eu não devia ter gritado com você daquela maneira."
E ele disse. "Ah mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!"
Eu disse: "Filho, eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul."
Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para
na qual trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.
Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás,
sentirão essa perda para o resto de suas vidas.
E nós raramente paramos pra pensar nisso.
Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes
que nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do
que realmente estamos perdendo. Perdemos o tempo de ser carinhoso, de
dizer um "Eu te amo", de dizer um "Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer
o quanto cada pessoa é importante pra nós. Ao invés disso, muitas
vezes agimos com rudeza, e não percebemos o quanto isso machuca os
nossos queridos.
Anel
Em um pequeno vilarejo vivia um velho professor, que de tão sábio, era sempre consultado pelas pessoas da região.
Uma manhã, um rapaz que fora seu aluno, vai até a casa desse sábio homem para conversar, desabafar e aconselhar-se.
- Venho aqui, professor, porque sinto-me tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada.
Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.
Como posso melhorar?
O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso ajudar-te.
Devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa falou:
- Se você ajudasse-me, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois, talvez, possa ajudar-te.
- C... Claro, professor, gaguejou o jovem, mas sentiu-se outra vez
desvalorizado e hesitou em ajudar seu antigo professor.
O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao rapaz, e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado.
Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida.
É preciso que obtenhas pelo anel o máximo valor possível, mas não aceite
menos que uma moeda de ouro.
Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu.
Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores.
Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto
pretendia pelo anel.
Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.
Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.
O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando assim seu professor das preocupações.
Dessa forma ele poderia receber a ajuda e conselhos que tanto precisava.
Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu.
Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem... contestou sorridente.
Devemos saber primeiro o valor do anel.
Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro.
Quem melhor para saber o valor exato do anel?
Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dará por ele.
Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda...
Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e deu-lhe o anel para examinar.
O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o mesmo, e disse:
- Diga ao seu professor, que se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO!!! - exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro.
Eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado à casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se - disse o professor.
Depois de ouvir tudo o que o jovem contou-lhe, falou:
- Você é como este anel, uma jóia valiosa e única, e que só pode ser
avaliada por um "expert".
Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?
E, dizendo isto, voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia: valiosos e únicos, e andamos por todos os
mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
Você deve acreditar em si mesmo.
Sempre!
"Ninguém pode fazê-lo sentir-se inferior sem o seu consentimento."
Autor Desconhecido
Barulho de Carroça
Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo...
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.
Certa Vez
Certa Vez
Certa vez, perguntei para o Ramesh, um de meus mestres na Índia:
"Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos morrem afogados num copo d'água"?
Ele simplesmente sorriu e me contou uma história.
"Era um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todo mundo lhe falou para ir ao céu, um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o paraíso. Ir par ao céu não era tão importante para aquele homem, mas assim mesmo ele foi até lá".
Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total. A recepção não funcionava muito bem, a moça que o recebeu deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, lhe orientou para ir ao inferno.
E, no inferno, ninguém exige crachá nem convite; qualquer um que chega é convidado a entrar. O sujeito entrou e foi ficando...
Alguns dias depois, Lúcifer chega furioso às portas do paraíso para tomar satisfações com São Pedro:
*Isso que você está fazendo é puro terrorismo!!*
Sem saber o motivo de tanta raiva, Pedro pergunta do que se trata. Um transtornado Lúcifer reponde:
*Você mandou aquele sujeito par ao inferno e ele está me desmoralizando!
Chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas.
Agora está todo mundo dialogando, abraçando-se, beijando-se. O inferno não é lugar para isso! Por favor, traga esse sujeito para cá!*
Quando Ramesh terminou de contar esta história, olhou-me carinhosamente e disse:
"Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no inferno, o próprio demônio lhe trará de volta ao paraíso."
"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que e indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Alem do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."
Mahatma Gandhi
Uma Bela Amizade
Ele não passava de um garotinho levado.
Adorava pendurar-se nos galhos das árvores para se balançar.
Vivia com os cabelos ao vento e os pés descalços. Tinha uma alma doce, toda amor.
Chamava-se Guilherme Augusto Araújo Fernandes e morava ao lado de um asilo de idosos.
Ele conhecia todos os que moravam lá. E gostava de cada um deles de uma maneira especial.
Gostava da sra. Silvano que tocava piano. E do sr. Cervantes que sempre lhe contava histórias arrepiantes.
Também do Sr. Waldemar que andava de um lado a outro com um remo, como se houvesse um lago por perto, para remar.
Ajudava a Sra. Mandala a ir de um lado para outro, apoiada em sua bengala.
E admirava o Sr. Possante com sua voz de gigante.
Mas a pessoa de quem ele mais gostava era a sra. Antônia Maria Diniz Cordeiro. É que ela tinha quatro nomes, como ele.
Ele a chamava de dona Antônia e lhe contava todos os seus segredos.
Um dia, Guilherme augusto ouviu seus pais conversarem a respeito da sua amiga.
E entre uma frase e outra, descobriu que dona Antônia tinha perdido a memória.
A mãe comentou que não era de admirar. Afinal, ela estava com 96 anos de idade!
Guilherme quis saber o que era a memória e o pai lhe disse que era alguma coisa da qual a pessoa se lembra.
A resposta não satisfez o menino, que foi perguntar para a sra. Silvano.
"É algo quente", meu filho, "muito quente", foi a resposta.
O Sr. Cervantes lhe disse que era uma coisa muito, muito antiga.
E o sr. Waldemar informou que era uma coisa que fazia chorar, chorar muito.
Para a sra. Mandala, era uma coisa que fazia rir, rir bastante.
Já o Sr. Possante lhe disse que a memória era alguma coisa que valia ouro.
Então o garoto foi para sua casa e começou a procurar memórias para dona Antônia, já que ela havia perdido as suas.
Procurou uma caixa de sapatos cheia de conchas, guardadas há muito tempo, e as colocou numa cesta.
Também colocou uma marionete e a medalha que seu avô lhe tinha dado um dia.
Também para a cesta foi a sua bola de futebol, que valia ouro.
E até um ovo fresquinho, ainda quente, retirado debaixo da galinha.
Aí Guilherme augusto foi visitar dona Antônia e deu a ela, uma a uma, cada coisa da sua cesta.
Ela ficou emocionada com os presentes daquela criança admirável. E começou a se lembrar.
Segurou o ovo ainda quente, entre suas mãos, e contou para o menino sobre um ovinho azul, todo pintado, que havia encontrado uma vez, dentro de um ninho, no jardim da casa de sua tia.
Encostou uma das conchas no ouvido e lembrou da vez que tinha ido à praia de bonde, há muito tempo, e como sentira calor com suas botas de amarrar.
Pegou nas mãos a medalha e recordou, com tristeza, de seu irmão mais velho, que tinha ido para a guerra. E nunca mais voltou.
Sorriu para a marionete e lembrou da vez em que mostrara uma para sua
irmãzinha, que rira às gargalhadas.
Conseguia lembrar até do detalhe do mingau escorrendo pela boca risonha da menina.
Ela jogou a bola de futebol para Guilherme e lembrou do dia em que se conheceram. E recordou de todos os segredos que haviam compartilhado.
Guilherme Augusto e dona Antônia sorriram e sorriram, pois toda a memória perdida tinha sido encontrada.
E por um menino que nem era tão sábio, nem tão velho.
Era simplesmente um menino que amava os idosos e sabia ser amigo.
***
Para se brindar alguém com alegria, não há necessidade de somas exageradas de dinheiro, nem de dotes especiais.
Para fazer feliz a vida de alguém é suficiente uma dose de tempo, uma pitada de amor e um pouquinho de imaginação.
Em resumo: uma bela amizade.
Autor Desconhecido
Jóias Raras
Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos...
Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.
A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!
E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.
- As jóias preciosas eram nossos filhos.
- Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.
Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.
O Pequeno Bombeiro
A mãe, com apenas 26 anos, parou ao lado do leito
de seu filhinho de seis anos, que estava morrendo de leucemia.
Embora o coração dela estivesse pleno de tristeza e angústia,
ela também tinha um forte sentimento de determinação.
Como qualquer outra mãe, ela gostaria que seu filho crescesse
e realizasse seus sonhos. Agora, isso não seria mais possível,
por causa da leucemia terminal. Mas, mesmo assim,
ela ainda queria que o sonho de seu filho se transformasse realidade.
Ela tomou a mão de seu filho e perguntou:
- Vitor, você alguma vez já pensou o que você gostaria de ser quando
crescer? Você já sonhou o que gostaria de fazer com sua vida?
- Mamãe, eu quero ser um bombeiro.
A mãe sorriu e disse:
- Vamos ver se podemos transformar esse sonho em realidade.
Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao corpo de bombeiros local,
na cidade BH , Minas Gerais onde se encontrou com um bombeiro de enorme coração,
chamado Bob. Ela explicou a situação de seu filhinho de 6 anos,
seu último desejo e perguntou se seria possível ele dar uma volta
no carro dos bombeiros em torno do quarteirão.
O bombeiro Bob disse:
- Veja, NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Se você estiver com seu filho
pronto às sete horas da manhã, na próxima quarta-feira,
nós o faremos um bombeiro honorário por todo o dia.
Ele poderá vir para o quartel, comer conosco,
sair para atender as chamadas de incêndio e se você nos der as medidas dele,
nós conseguiremos um uniforme verdadeiro para ele, com chapéu,
com o emblema de nosso batalhão, um casaco amarelo igual ao que vestimos
e botas também. Eles são todos confeccionados aqui mesmo na cidade
e conseguiremos eles rapidamente.
Três dias depois, o bombeiro Bob pegou o garoto,
vestiu-o em seu uniforme de bombeiro e escoltou-o do leito do hospital
até o caminhão dos bombeiros.
Vitor, ficou sentado na parte de trás do caminhão,
e foi levado até o quartel central. Ele estava no céu.
Ocorreram três chamados naquele dia na cidade de BH
e VITOR acompanhou todos os três.
Em cada chamada ele foi em veículos diferentes:
no caminhão tanque, na van dos paramédicos
e até no carro especial do chefe do corpo de bombeiros.
Ele também foi filmado pelo programa de televisão local.
Tendo seu sonho realizado, todo o amor e atenção que foram dispensadas
a ele acabaram por tocar Vitor, tão profundamente
que ele viveu três meses mais que todos os médicos haviam previsto.
Até que numa noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente
e a enfermeira-chefe, que acreditava no conceito
de que ninguém deveria morrer sozinho, começou a chamar ao hospital toda a família.
Então, ela lembrou do dia que Vitor tinha passado como um bombeiro,
e ligou para o chefe e perguntou se seria possível enviar algum bombeiro
para o hospital naquele momento de passagem, para ficar com Vitor.
O chefe dos bombeiros respondeu:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Nós estaremos aí em cinco minutos, e,
faça-me um favor, quando você ouvir as sirenes e ver as luzes de nossos carros,
avise no sistema de som que não se trata de um incêndio.
É apenas o corpo de bombeiros vindo visitar, mais uma vez,
um de seus mais distintos integrantes.
E você poderia abrir a janela do quarto dele? Obrigado!
Cinco minutos depois, uma van e um caminhão com escada Magirus
chegaram no hospital, estenderam a escada até o andar onde estava o garoto
e 16 bombeiros subiram pela escada até o quarto de Vitor.
Com a permissão da mãe, eles o seguraram, abraçaram e
falaram para ele o quanto eles o amavam.
Com um sopro final, Vitor olhou para o chefe e perguntou:
- Chefe, eu sou mesmo um bombeiro?
- Vitor, você é um dos melhores. - Disse o chefe.
Com estas palavras, Vitor sorriu e fechou seus olhos pela última vez.
E você, diante do pedido de seus amigos, filhos e parentes, tem respondido
"EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO!". Reflita se sua vida tem sido em serviço ao
próximo, e tome uma decisão hoje mesmo.
(Esta história é verídica).
Blog coisas do Coração
" COMO USAR AS PALAVRAS "
Certa vez, uma jovem foi ter com um sábio para confessar seus pecados.
Ele já conhecia muito bem uma das suas falhas. Não que ela fosse má, mas costumava falar dos amigos, dos conhecidos, deduzindo histórias sobre eles.
Essas histórias passavam de boca em boca e acabavam fazendo mal - sem nenhum proveito para ninguém.
O sábio disse:
- Minha filha você age mal falando dos outros; tenho que lhe dar um dever.
Você deverá comprar uma galinha no mercado e depois caminhar para fora da cidade. Enquanto for andando, deverá arrancar as penas e ir espalhando-as.
Não pare até ter depenado completamente a ave. Quando tiver feito isso, volte e me conte.
Ela pensou como os seus botões que era mesmo um dever muito singular!
Mas não objetou. Comprou a galinha, saiu da caminhando e arrancando as penas, como ele dissera. Depois voltou e contou ao sábio.
- Minha filha - disse o sábio - você completou a primeira parte do dever.
Agora vem o resto.
- Sim senhor, o que é?
- Você deve voltar pelo mesmo caminho e catar todas as penas.
- Mas senhor é impossível! A esta hora o vento já as espalhou por todas as direções. Posso até conseguir algumas, mas não todas!
- É verdade, minha filha. E não é isso mesmo que acontece com as palavras tolas que você deixa sair? Não é verdade que você inventa histórias que vão sendo espalhadas por aí, de boca em boca, até ficarem fora do seu alcance???
Será que você conseguiria seguí-las e cancela-las se desejasse?
- Não, senhor.
- Então, minha filha, quando você sentir vontade de dizer coisas indelicadas sobre seus amigos, feche os lábios. Não espalhe essas penas, pequenas e maldosas, pelo seu caminho.
Elas ferem, magoam, e te afastam do principal objetivo da vida que é ter amigos e ser feliz!!!
Pense nisso...
Usando apenas lindas palavras...
Autor Desconhecido
Ecos da vida
Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente seu filho cai, machuca e grita:
- Aaaii !!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha:
- Aaaii !!
Curioso, pergunta:
- Quem é você ??
Recebe como resposta:
- Quem é você ??
Contrariado, grita:
- Seu covarde !!
Escuta como resposta:
- Seu covarde !!
Olha para o pai e pergunta aflito:
- O que é isso ?
O pai sorri e fala:
- Meu filho preste atenção.
Então o pai grita em direção a montanha:
- Eu admiro você !
A voz responde:
- Eu admiro você !
De novo o homem grita:
- Você é um campeão !
A voz responde:
- Você é um campeão !
O menino fica espantado, não entende.
Então o pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade isso é a vida. Ela lhe dá de volta tudo o que você diz ou faz. Nossa vida é simplesmente o reflexo de nossas ações. Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração. Se você quer mais competência da sua equipe, desenvolva a sua competência.
O mundo é somente a prova da nossa capacidade. Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
Sua vida não é uma COINCIDÊNCIA, é CONSEQÜÊNCIA de você.
Autor: Desconhecido