5 de jul de 2012

Como o ego esconde de nós a verdade

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O ego tenta convencer-se de que vivemos em um mundo onde a ‘causa’ de tudo o que acontece está localizada fora de nós. Nossas experiências, portanto, seriam apenas ‘efeitos’. Nossa vida nada mais seria do que uma série de respostas a acontecimentos exteriores, como se não tivéssemos nenhum poder de escolha.
Para nos persuadirmos de que a vida é realmente assim, precisaríamos apagar todas as evidências de que o mundo que vemos é determinado pelo nosso próprio sistema de crença e pelos pensamentos em nossa mente.
Esse modo de pensar só poderá subsistir enquanto nos mantivermos apegados à ideia de que nada temos que ver com o fato de criar o mundo que vivenciamos. Insistimos na crença de que somos apenas um corpo, destinado a estar na Terra durante um breve período de tempo e depois morrer; insistimos na crença de que a morte é o fim da vida.
Quando vivemos de acordo com esse sistema de crenças baseado no medo, é frequente nos sentirmos vítimas e buscarmos constantemente alguém a quem identificar como sendo o nosso inimigo.
Esse sistema de crença parece estar nos dizendo que sempre haverá guerras, que o passado sempre irá predizer o futuro, que não podemos confiar no amor e que os outros, e até mesmo nós, fizemos coisas imperdoáveis.
Esse sistema de crenças pretende fazer com que nos agarremos à ideia de que culpa e punição são coisas valiosas – o que não é verdade.
É da maior importância respeitar o poder dos nossos pensamentos. Afinal de contas, são eles que criam o nosso comportamento e que determinam a nossa maneira de ver o mundo e reagir a ele.
De acordo com o sistema mental baseado no medo, não há problema se tivermos pensamentos agressivos, uma vez que só as ações agressivas causam dano às outras pessoas.
Uma outra maneira de olhar o mundo é acreditar que os nossos pensamentos podem ser tão prejudiciais quanto as nossas ações.
O mundo que vemos começa a mudar quando abandonamos todos os nossos pensamentos agressivos e os substituímos por pensamentos amorosos.

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Quem realmente interessa

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Quem interessa,
Quem nuca interessou,
Quem não interessa mais
E quem ainda vai interessar.
Portanto não se preocupe com quem já fez parte do seu passado.
Há um motivo para eles não estarem no seu futuro...

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Além das aparências

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Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista.
Naquela hora, a vontade de Antônio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou: "Coitado ! Se ele está tão nervoso e apressado assim... Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino."
Pensando assim, foi diminuindo a marcha e o deixou passar. Chegando em casa, Antônio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital.
Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranquilizou dizendo: "Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo."
Antônio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecê-lo. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!
Procure ver as pessoas além das aparências. Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.

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O homem que não se irritava

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Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos…
Todos pensaram que ele ia brigar… Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura...
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
Pense nisso!

 

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Derrame a Sua alma perante o Senhor

 

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1 Samuel 1:15 -
"Porém Ana respondeu:
Não, senhor meu! Eu sou mulher atribulada de espírito;
não bebi nem vinho nem bebida forte;
porém venho derramando a minha alma perante o SENHOR".
A nossa vida, nossos sonhos, vemos que alguns deles
não se concretizaram, e isso tem trazido
uma certa inquietação, uma certa angústia.
Coisas que planejamos, que precisamos tanto,
e por isso chegamos a nos entristecer,
a nos angustiar, até a nos desesperar...
Você que tem estado triste,
Você que já perdeu a esperança.
NÃO DESANIME.
DERRAME A SUA ALMA PERANTE AO SENHOR.
COM CORAÇÃO PURO SINCERO E SEMPRE
CRENDO COM FÉ E ESPERANÇA.
QUE DEUS TEM O MELHOR PRA VC!!

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O Farmacêutico

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"O Farmacêutico! O Elogio é Mais Eficiente do Que a Crítica, Pense em Suas Reações! Mensagem Jovem."

"Deus usará para julgar vocês a mesma regra que vocês usarem para julgar os outros." Marcos 4:24. (NTLH)  "Francis tinha acabado de mudar-se para uma cidadezinha do interior. Queixou-se para sua vizinha Ester:
– Esta cidade precisa é de outra farmácia. Nunca fui tão mal-atendida como ontem. O farmacêutico aqui é lerdo e ineficiente. Acho que da próxima vez vou de carro até a cidade vizinha para mandar aviar minha receita.
– Ah, é mesmo? – disse Ester. – Eu não havia percebido.
– Na próxima vez, observe como ele trabalha – sugeriu Francis. – Não me importo se você contar o que eu disse. Ele precisa ficar esperto, se não quiser perder uma freguesa.
Algum tempo mais tarde, Francis precisou mandar aviar outra receita e decidiu dar mais uma oportunidade ao farmacêutico local.
– Bom-dia, dona Francis! – cumprimentou-a o farmacêutico com um largo sorriso. – Espero que já esteja bem adaptada à cidade e que tudo esteja correndo bem para a senhora. Se eu puder ajudar em alguma coisa, é só dizer!
Surpresa diante de tanta amabilidade, ela observou:
– Hoje é só esta receitinha.
– Sem problemas! – disse ele. – Vamos prepará-la num instante. Se quiser esperar, posso providenciá-la em cinco minutos.
Naquela tarde, Francis apresentou o relatório a Ester.
– Ele foi muito amigável e eficiente hoje. Você deve ter dito o que lhe comentei acerca do atendimento na última vez.
– Bem, não exatamente – respondeu Ester com um sorrisinho. – Disse a ele que você ficou admirada diante da forma como ele estabeleceu aquela farmácia numa cidade pequena. Contei também que você a considera uma das farmácias mais bem administradas que conhece.
– Não acredito que você o elogiou depois daquele atendimento da primeira vez! – exclamou Francis.
– Bem, funcionou, não foi? – riu Ester. – Apenas sei que o elogio consegue muito mais do que a crítica. “O mel atrai mais do que o vinagre”, como minha mãe costumava dizer. Procuro valorizar as pessoas sempre que tenho essa oportunidade.
Sendo Amigos
Um elogio é um modo maravilhoso de valorizar os amigos. No elogio há certa mágica que incentiva as pessoas a fazerem seu melhor. Ninguém pode ser amigo de verdade sem valorizar os outros."

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